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Diretor da Escola de Pacientes DF

Dr. Estêvão Cubas Rolim

Médico de família, professor de Medicina na Universidade de Brasília e doutor em Saúde Coletiva. Dirige a Escola de Pacientes DF, que fundou em 2016, reunindo educação em saúde para a comunidade, formação de estudantes e educação permanente de profissionais.

Retrato do Prof. Dr. Estêvão Cubas Rolim
Prof. Dr. Estêvão Cubas Rolim

Atuação hoje

Seis frentes, ao mesmo tempo

Assistência, docência, pesquisa e representação profissional caminham juntas — é dessa combinação que saem os projetos da Escola de Pacientes DF.

gavel

Consultor Legislativo — Saúde

Senado Federal, desde março de 2023. Aprovado em 1º lugar no concurso de 2022.

school

Professor de Medicina

Faculdade de Medicina da UnB, Departamento de Medicina Social, desde março de 2019 — Internato em Saúde Integral 1 e 2.

badge

Conselheiro-Diretor

Conselho Regional de Medicina do DF, gestão 2023–2028. Eleito em 2023 pela Chapa 4.

stethoscope

Médico de Família e Comunidade

Secretaria de Estado de Saúde do DF, desde fevereiro de 2016. Atenção Primária à Saúde.

science

Pesquisador em Saúde Pública

Departamento de Saúde Coletiva da UnB, com mestrado e doutorado pela mesma instituição.

balance

Comissão de Saúde

Ordem dos Advogados do Brasil, seccional DF, desde 2026. Também atua como perito judicial.

A Escola de Pacientes DF

Dirijo desde 2016 os trabalhos e pesquisas da Escola de Pacientes DF, que reuniu numa mesma estratégia três frentes que costumam andar separadas: educação permanente para profissionais, formação em saúde para estudantes e educação em saúde para pacientes e comunidade.

O que a diferencia de iniciativas parecidas são os produtos que ela deixou: as simulações clínicas e os pacientes digitais, o Prontuário por Idade, a Receita Simples, o canal no YouTube e as pastas de atendimento e de orientações, com anexos técnicos e material impresso ou digital para consultório e mídias sociais.

2.647simulações de atendimento com estudantes de Medicina
43.000atendimentos médicos realizados desde 2016
11.200horas assistidas no canal de educação em saúde
2.282inscritos no canal

Números apurados até março de 2025.

É uma constante diária a geração de ferramentas de educação para alunos e pacientes, treinamento clínico e educação em serviço, contribuindo para os dados de pós-graduação e a produção científica da unidade. Minha história de vida é no SUS e tem base nos pilares de saúde, educação e envolvimento comunitário.

Prêmios e reconhecimentos

2025Prêmio Paulo Freire em EducaçãoCâmara Legislativa do DF — homenageado
2022 · 20251º lugar — professor substitutoFaculdade de Medicina da UnB, nos dois concursos
20221º lugar — Consultoria LegislativaConcurso do Senado Federal, área Saúde
2019Prêmio APS Forte para o SUSAcesso universal — OPAS/OMS, com o trabalho de capítulos e o Acolhimento Tático Operativo
2018Prêmio Saúde CidadãFeira de troca de livros — fase comunitária do Prescreva um Livro
2018Finalista — Laboratório de EducaçãoOPAS/OMS, com participação de alunos de Medicina da UnB
20171º lugar — Prêmio INOVA BrasíliaAtendimento ao Cidadão · Receita Simples, com moção de louvor no Diário Oficial do DF
20171º lugar — Mostra SUS DFExperiências Inovadoras, com visita técnica OPAS-OMS à Andaluzia, na Espanha
2017Moção de LouvorSessão solene da Câmara Legislativa do DF
2016Servidor DestaqueSecretaria de Estado de Saúde do DF
2016Homenagem como trabalho de sucessoMPDFT, Corregedoria do DF e Instituto de Fiscalização e Controle — auditoria da atenção primária

Trajetória, ano a ano

Do início na UBS 2 do Itapoã à consultoria no Senado, na ordem em que aconteceu — do mais recente ao mais antigo.

Formação acadêmica

A graduação, e o que veio dela

Concluí Medicina na UnB em 2015, com graduação sanduíche pelo Ciência sem Fronteiras na University of Calgary — campus principal, Foothills General Hospital, com estágio no Alberta Children's Hospital. A experiência internacional de 2013 foi marcante pela vivência profissional e pessoal, e pelo aperfeiçoamento em inglês e francês.

Durante a graduação participei de projetos de pesquisa em Educação Médica, em Bioquímica e Biofísica, sob orientação do Prof. Dr. Marcelo Hermes-Lima: dois projetos de iniciação científica e apresentações em cinco congressos nacionais e dois internacionais, com premiação de melhor trabalho por "Students' blogs as a tool for learning Clinical Biochemistry", em 2010. Nesse período fui responsável pela divulgação científica na página do curso, na "Coluna do Estêvão".

Depois desenvolvi pesquisas em Cirurgia Bariátrica e Metabólica na Clínica Dr. Sérgio Arruda, com trabalhos apresentados em dois congressos nacionais — também com premiação de melhor trabalho, em 2011 — e três internacionais. O último foi o congresso da International Federation for Surgery of Obesity, em Nova Déli, em 2012.

Fora da pesquisa, participei de monitorias de histologia e anatomia, coordenei a organização de materiais de veteranos para calouros — a Pasta Padrão — e integrei o Grupo de Estudos da Turma 88, com encontros semanais de cinco horas durante três anos para preparação às provas de residência. O estágio final foi em Psiquiatria e Atenção Primária, com estágio rural em Ceres, Goiás.

Entre a graduação e a pós

Trabalhei um ano com ensaios clínicos de fase III no Instituto de Pesquisas Clínicas L2, ligado ao Center for Clinical and Basic Research, com sede na Dinamarca. Em seguida vieram as pós-graduações em Geriatria e Gerontologia e em Saúde Pública e Saúde da Família, além dos cursos do Instituto Brasileiro de Educação, do curso SUPERA (UNIFESP e SENAD) e dos programas de educação continuada PROMEF, em Medicina de Família, e PROPSIQ, em Psiquiatria.

Atividades profissionais

Em curso

Anteriores

Formação complementar

Cursos, congressos e programas de educação continuada, do mais recente ao mais antigo.

Objetivo profissional

Busco o equilíbrio entre assistência, coordenação de projetos, formação científica e obtenção de conhecimento para aplicação prática e refinamento teórico, contribuindo com o meio acadêmico e com a sociedade. A capacitação na atenção primária depende de um ambiente seguro de colaboração, de bons projetos e de conexões para trabalhos futuros — e são as novas experiências que moldam os próximos passos em produção científica, preceptoria e assistência.

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Página atualizada em maio de 2026.