Por que existe
Nenhuma oportunidade perdida por desorganização
A Escola de Pacientes DF toca vários projetos ao mesmo tempo, com estudantes que entram e saem a cada semestre. Editais, prazos de congresso e chamadas de prêmio têm data para fechar. O Núcleo EP existe para que o grupo responda em segundos a duas perguntas — as mesmas que antes dependiam de alguém lembrar.
Qual é o próximo passo de cada projeto?
Todo projeto mostra, em destaque, a única coisa que precisa acontecer em seguida. Quem chega no meio do semestre entende o estado do trabalho sem precisar perguntar.
O que eu preciso entregar, e o que está vencendo?
Cada integrante abre o sistema e vê o que é dele, do que já venceu ao que ainda vem — junto com os prazos das oportunidades acadêmicas abertas para o grupo.
O que tem dentro
Sete telas, cada uma respondendo a uma pergunta diferente do dia a dia do grupo.
Minha área de trabalho
A tela inicial de todo mundo. Reúne as demandas da pessoa em três blocos — atrasadas, hoje e esta semana, mais adiante — e os projetos de que ela participa, com o próximo passo de cada um.
Dashboard
A visão do grupo inteiro: quatro indicadores de acompanhamento — demandas atrasadas, vencendo em sete dias, projetos sem próximo passo e projetos parados há mais de duas semanas — e um cartão por projeto.
Cronograma
Tudo que tem prazo numa linha só, do mais próximo de vencer ao mais distante. Pode ser visto como lista, quadro de arrastar-e-soltar, calendário mensal ou linha do tempo.
Projetos
Agrupados por situação, com os que precisam de atenção no topo. Cada projeto tem demandas, comentários, arquivos e o histórico do que foi acontecendo.
Painel administrativo
Para a coordenação: carga de trabalho por integrante, projetos e demandas em atraso, demandas sem responsável, prazos da semana e os indicadores de produção do grupo.
Integrantes
Quem é quem no grupo: papel de cada pessoa, se está ativa e em que ponto da formação acadêmica está — incluindo a contagem de artigos publicados.
Alertas e busca
Um sino que calcula os prazos em tempo real e avisa o que está vencendo, além de uma busca que abre qualquer projeto ou demanda pelo teclado.
Como o trabalho é organizado
O sistema inteiro se apoia em quatro palavras. Elas significam a mesma coisa em todas as telas — foi uma decisão deliberada, para que ninguém precise traduzir nada.
Projeto
Cada frente de trabalho do grupo — um artigo, um material educativo, uma linha de pesquisa. Toda demanda pertence a um projeto; não existe tarefa solta.
Demanda
Qualquer coisa com prazo. Reúne, numa lista só, as tarefas dos projetos e as oportunidades acadêmicas da agenda — porque, para quem precisa entregar, a diferença entre as duas não importa.
Próximo passo
A demanda em aberto com o prazo mais curto de cada projeto. O sistema deduz sozinho, e a coordenação pode escrever à mão quando quiser dizer outra coisa.
Agenda de oportunidades
Editais, prêmios, congressos e chamadas, cadastrados à mão pela coordenação. Uma oportunidade sem público definido aparece para o grupo inteiro — ninguém fica sabendo depois do prazo.
Prazo que se lê sem depender da cor
Cada prazo aparece em um de cinco níveis de urgência, e nenhum deles é comunicado só por cor: quem está atrasado lê ATRASADA HÁ N DIAS, quem vence hoje lê HOJE, e assim por diante. É uma exigência de acessibilidade — o sistema precisa funcionar para quem não distingue vermelho de laranja — e também de clareza: uma etiqueta escrita não deixa margem para interpretação. A única animação do sistema fica no nível mais urgente, e ela desliga sozinha para quem pede menos movimento no aparelho.
Quem acessa o quê
Três papéis, com alcances diferentes. O controle não é só visual: o próprio banco de dados recusa o que a pessoa não pode ver.
Administrador
Enxerga e gerencia tudo: projetos, agenda, artigos, painel administrativo e o cadastro dos integrantes do grupo.
Supervisor
Vê todos os projetos e cria novos; edita os que coordena ou supervisiona e cuida da agenda de oportunidades e da produção científica.
Integrante
Vê os projetos de que participa e trabalha neles — demandas, comentários e arquivos —, além da agenda de oportunidades aberta ao grupo.
A trajetória de quem entra
O grupo acompanha cada estudante desde a chegada. O marco que o sistema celebra é a primeira publicação — o momento em que o integrante passa a produzir ciência com o próprio nome.
- Boas-vindas A chegada ao grupo, com a apresentação das linhas de trabalho e dos projetos em andamento.
- Treinamento Formação em método científico, educação em saúde e nas ferramentas usadas pelo grupo.
- Primeira atividade A entrada de fato em um projeto, com demandas e prazos próprios.
- Primeiro artigo A publicação inicial. A partir dela, o integrante é registrado como pleno no sistema.
Acessar o Núcleo EP
O sistema é de uso interno da Escola de Pacientes DF. Se você é integrante do grupo, entre com o e-mail e a senha que a coordenação criou para você.